Re-configurando a poesia
Com a morte visível
A espessura da p. 23
Do poema referido
Designado pelo poeta
No livro"tele-poética" -;
Capta e incomoda.
A cada linha tensa
O volume dos versos
Intercepta a comunicação.
Nós re-conduziremos o verso
Para a direção da terra...
O poeta está constrangido
Pelo risco da poesia
Abalar os sentidos,
Os sentidos frágeis...
estamos melindrados.
A paixão diária
Força a escrita.
O rosto do poeta
Nas águas resplandece...
Pequenino Narciso.
Beijo esta p. 23
E o mundo voltará
A ser salvo neste dia,
Onde a poesia e o poeta
a morte e a dor:
O caluniam.
Faz muito barulho
Onde estamos;
Para re-permitir
Um bocado de vida!
Que volta e meia
Lateja e enfeitiça
Os versos espessos...
quinta-feira, 20 de maio de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Ação e Ânsia
O homem individual deve ansiar? deve querer? No sentido de volição e vontade? Em todos os momentos - desejar algo novo e renovar sua práxis? Causaria movimentos e constante atividade: o ansiar? Metas e objetivos? Práticas constantes? Buscando o meio termo deve também pensar sua ação. Para quê? Qual idéia e ideal daria significação de útil, proveitosa e merecida a esta práxis? Realização terrena? Obra e fazer - práticas e práxis? Objetivos e metas concretas? Sim! De fato a volição e vontade: o ansiar a todo custo - causa transtornos? O eu e o sujeito individual em sua liberdade - pós-moderna: no sentido de decisão de estar aqui ou lá, de levantar-me ou de abster-me de fazê-lo! A liberdade que envolve a decisão e o juízo - o comando do corpo: Transtorna? Enerva? Torna sem controle certas horas? Para Platão o sumo bem é a justiça, a liberdade e autonomia na política da cidade, ser cidadão livre. Para o indivíduo que propomos: a liberdade de comando, a atuação e a autonomia, o indivíduo inserido no fazer e práxis! O ansiar constantemente! A liberdade da volição.
sábado, 24 de abril de 2010
Tópicos de Economia Brasileira
1) Fazer ascender socialmente a classe mais desfavorecida. Ampliar o poder aquisitivo e econômico. Entrada nas instituições e maior número de serviços. Avultar os papéis sociais.
2) Programas de governo para maior cidadania e atuação política na cidade.
3) Como consiguiremos? Com muito trabalho e serviços. Fortalecer a economia e a circulação do dinheiro e riquezas. Vender a força de trabalho.
4) Ensinar a ler, escrever e contar. Universalização do ensino. Vale cultura para os trabalhadores.
5) Dar credibilidade a pequena empresa.
6) Pequenos locais de produção de alimentos. Agricultura familiar com distribuição e vendas.
7) Indústria de alimentos para as metrópoles.
8) Meio ambiente e Eco-sistemas. Produção segundo a geografia local.
9) Aumentar o número dos pertencentes à classe média.
10) Proteção do estado quanto a classe financista e banqueira - vigilância.
11) Dar liberdade aos municípios. Estrutura de poderes estatais e da nação em interligação.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Yup-pie
Trabalhando dia a dia
feito feitor de empresas
Empreendimentos e ações
Negócios da bolsa e da vida.
Chefe sou eu desta empresa
Administro o amor
Capital e finanças
Da carteira plena de moedas...
Trabalhando a vida
Nela ouço o metal
Do mercado dos homens
Compro o diamante
Para a mulher;
Meu rosto tem suor...
Com o suor do rosto
Ganho a paixão:
a modernidade
Do sujeito humano
Ou executivo Dinâmico!
E o tlin-tlin das moedas
E dos mercados vitais!
feito feitor de empresas
Empreendimentos e ações
Negócios da bolsa e da vida.
Chefe sou eu desta empresa
Administro o amor
Capital e finanças
Da carteira plena de moedas...
Trabalhando a vida
Nela ouço o metal
Do mercado dos homens
Compro o diamante
Para a mulher;
Meu rosto tem suor...
Com o suor do rosto
Ganho a paixão:
a modernidade
Do sujeito humano
Ou executivo Dinâmico!
E o tlin-tlin das moedas
E dos mercados vitais!
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Encanto Poético
Desce celeste
Com vertigem
Arrefecendo
o bem do mundo.
Desce mas dói
Na queda
de meu pensamento.
Jaz aqui
A ordem meditada.
Meio dia levanta
O meu humor
A ironia baixa
E descansa.
Lépido ao dia
Meus torpores
Gangrenam.
Viver imbrica
Com o meu eu...
O término
Visita o dilema
De estar aí:
Para o que der poesia...
Com vertigem
Arrefecendo
o bem do mundo.
Desce mas dói
Na queda
de meu pensamento.
Jaz aqui
A ordem meditada.
Meio dia levanta
O meu humor
A ironia baixa
E descansa.
Lépido ao dia
Meus torpores
Gangrenam.
Viver imbrica
Com o meu eu...
O término
Visita o dilema
De estar aí:
Para o que der poesia...
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
O Poeta Maníaco
Gestos decisivos
Manias e tiques
Costumes do corpo
Mania de morte
A vida é mudança
Transtornos...
Dia a dia transgride
Altera
Metamorfoseia
Se muta
E simula:
Crueldade...
Virtualmente
Mania de Platão
Mania de Marcos
Ser eu mesmo:
Todos os dias
Mutável.
Poesia Altera
Corrige e transtorna
A vida sempre -;
Extraordinária!
delicada e pênsil.
Vertiginosa!
Manias e tiques
Costumes do corpo
Mania de morte
A vida é mudança
Transtornos...
Dia a dia transgride
Altera
Metamorfoseia
Se muta
E simula:
Crueldade...
Virtualmente
Mania de Platão
Mania de Marcos
Ser eu mesmo:
Todos os dias
Mutável.
Poesia Altera
Corrige e transtorna
A vida sempre -;
Extraordinária!
delicada e pênsil.
Vertiginosa!
A Pedra Brilhante
Entre os dedos
A pedra azul
em Círculo
Por dedos ágeis
Notei a dureza.
Por dias a olhava.
Seu cerne abria-se
Feito polpa.
Era lanhada
E dura - pedra.
Dura que cortava
As emoções
Ao se separar
Por entre os dedos
Jogada a meus pés...
Era brilhante e pedra
E a via em seus lanhos
Dura e cortante.
Havia descido da encosta.
Do solo.
A pedra de matizes
Diversos e brilhantes
Rolara até meus pés;
Do garimpo da terra.
A pedra em sua beleza
Diariamente ultrajava-me!
Sísifo novamente condenou-se...
A pedra azul
em Círculo
Por dedos ágeis
Notei a dureza.
Por dias a olhava.
Seu cerne abria-se
Feito polpa.
Era lanhada
E dura - pedra.
Dura que cortava
As emoções
Ao se separar
Por entre os dedos
Jogada a meus pés...
Era brilhante e pedra
E a via em seus lanhos
Dura e cortante.
Havia descido da encosta.
Do solo.
A pedra de matizes
Diversos e brilhantes
Rolara até meus pés;
Do garimpo da terra.
A pedra em sua beleza
Diariamente ultrajava-me!
Sísifo novamente condenou-se...
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